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La Fúria

Yá Mukumby Presente!

Vilma Santos, a Yá Mukumby como era conhecida, chegou a Londrina em 1961, então com 11 anos. E na vizinha cidade de Cambé (16 km de Londrina), ela coordenou durante 45 anos o terreiro de Candomblé Ilê Axé Ogum Megê, do qual foi fundadora. Ela foi uma das mães de santo do candomblé mais conhecidas e referência do Movimento Negro paranaense.

De acordo com o seu histórico, Yá Mukumby presidiu o Conselho Municipal de Promoção da Igualdade Racial de Londrina, além de ter ajudado a implantar o sistema de cotas raciais para negros na Universidade Estadual de Londrina (UEL).

Ela também militou no Movimento Negro Unificado, foi conselheira do Núcleo Afro-brasileiro da UEL, conselheira do Conselho de Integração da Universidade, ocupando a cadeira das religiões afro-brasileiras, integrou o Conselho Municipal de Direitos da Mulher, a diretoria da Escola de Samba Zumbi dos Palmares, assim como ajudou a fundar a Associação Afro-Brasileira (AABRA) de Londrina.

Ela presidiu o Conselho Municipal de Promoção da Igualdade Racial, em Londrina, e ajudou a implantar o sistema de cotas raciais para negros, juntamente com a Universidade Estadual de Londrina (UEL). Também militou no Movimento Negro Unificado, foi conselheira do Núcleo Afro-brasileiro da UEL, do Conselho de Integração da Universidade, ocupando a cadeira das religiões afro-brasileiras.

Integrou o Conselho Municipal de Direitos da Mulher, a diretoria da Escola de Samba Zumbi dos Palmares, além de ter ajudado na fundação da Associação Afro-Brasileira (AABRA) de Londrina.

A escolha do Dia do Samba para a homenagem post mortem foi sugerida por integrantes do movimento negro por conta do show “Vilma de Todos os Santos”, que realizava rodas de samba em diversos pontos da cidade, além de manter cardápio com comida afro-brasileira.

E na semana passada, foi inaugurado na UEL o NEAB (núcleo de estudos afro-brasileiro) que leva o nome da Yá.

Nessa edição do La Furia, vamos conhecer um pouco da história da Yá pela ótica de seu filho Victor Jubiabá, em um bate papo leve e melancólico! Ele relembra a Yá Dona de casa, mãe, ativista e apreciadora de um bom samba.

Victor frisa sobre o racismo e a intolerância religiosa, deixando claro que sofreu dentro de casa pela perda de sua mãe e pela impunidade contra o povo negro e de religião de matriz africana.

Ele termina a entrevista dizendo que teve a melhor mãe e tem a melhor família!