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Marginália

Perdoai os ricos e roubai dos pobres

Ricos

No programa Marginália dessa semana vamos discutir os perdões as dívidas por parte do governo as grandes empresas ao som de divas do cinema que também tiveram carreira promissora como cantoras.

Enquanto propõe que o brasileiro trabalhe por mais tempo para se aposentar, a reforma da Previdência Social ignora os R$ 426 bilhões que não são repassados pelas empresas ao INSS. O valor da dívida equivale a três vezes o chamado déficit da Previdência em 2016. Esses números, levantados pela Procuradoria Geral da Fazenda Nacional (PGFN), não são levados em conta na reforma do governo Michel Temer. Dívida é o triplo do déficit anual calculado pelo governo. Entre as devedoras, estão as maiores do país, como Bradesco, Caixa, Marfrig, JBS e Vale. (CARTA CAPITAL)

O Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf) perdoou R$ 27 bilhões em dívidas de bancos privados. O valor se refere aos processos o Itaú Unibanco e do Santander, que ainda aguardam o perdão de outro R$ 1,138 bilhão. O Carf é o órgão da Receita Federal encarregado de combater e tomar providências contra a sonegação e a evasão fiscal.

Em um dos processos vencidos pelo Itaú, em abril, o banco deixou de pagar R$ 25 bilhões em Imposto de Renda de Pessoa Jurídica (IRPJ) e Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL). A instituição, ao se unir com o Unibanco, foi acusada de aferir ganhos de capital sobre os quais não pagou os dois tributos. (REDE BRASIL ATUAL)

O governo federal vai abrir mão de mais de R$ 10 bilhões em arrecadação nos próximos anos com a medida provisória publicada pelo presidente Michel Temer que concedeu benefício a produtores rurais. O número foi confirmado pela Receita Federal.

A MP reduziu a alíquota da contribuição paga por produtores para o Fundo de Assistência ao Trabalhador Rural (Funrural), usado para auxiliar no custeio da aposentadoria dos trabalhadores rurais, que é subsidiada pela União. (G1)

A Câmara aprovou uma medida provisória (MP 795) que perdoa R$ 54 bilhões devidos por gigantes do petróleo. O cálculo foi feito pela Unafisco (Associação Nacional dos Auditores da Receita Federal), após analisar documentos Receita Federal obtidos pela reportagem do UOL.