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Jornalismo Cultural

Oficinas fecham o ano na Alma Londrina

Oficinas Alma Londrina

As duas últimas oficinas do Ciclo de Oficinas 2017 da Alma Londrina Rádio Web aconteceram entre os dias 7 e 9 dezembro. Os dois eventos foram as últimas atividades do ano organizadas pelo coletivo da Rádio. O patrocínio é do prêmio Pontos de Mídia Livre do Ministério da Cultura.

Por Lucas Pullin

Foto Andressa Rossi

Nos dias 7 e 8 de dezembro desembarcou em Londrina o músico, compositor e professor Frank Jorge. Uma das grandes referências no rock gaúcho com passagens por bandas como Cascavelletes e Graforréia Xilarmônia, Frank veio a Londrina para a oficina de Radioativismo e Produção Fonográfica. Em dois dias o músico falou sobre a história da distribuição e produção fonográfica desde o princípio até os dias de hoje, passando do analógico para o digital. Além disso, ele falou sobre a tese de mestrado onde explorou a curadoria no Spotify.

“Super prazer em conhecer o pessoal da Alma e observar essa convicção de atuação cultural, radioativismo e a semelhança com o que eu desenvolvo a muito tempo em Porto Alegre”, destacou Frank jorge. O músico disse ainda que esse trabalho é uma tentativa de transformação na geração de conteúdos. “É muito importante observar essa convicção e esforço de gerar disseminação de conteúdo e transformação através de trabalho em sala de aula com alunos e nesses centros culturais”, disse ele.  A oficina do Frank Jorge aconteceu no Canto do MARL e na Vila Cultural Alma Brasil.

Para fechar o ano, no dia 9  a relações públicas e professora Liberaci Pascuetto falou sobre Gestão de Imagem para o 3º Setor. A oficina também aconteceu no Canto do MARL, mas dentro do VII Feirão da Resistência e Reforma Agrária. Com grande experiência na área ela estava acompanhada da diretoria da ONG Viver que também compartilhou a experiência na gestão de organizações sem fins lucrativos. Além do público presente na oficina, muita gente que estava participando do Feirão também parou para ouvir a professora.

“Quando a gente pensa em imagem, a gente pensa em algo muito superficial, mas na verdade todo mundo vive em uma realidade simbólica”, explicou ela. Para a professora essa discussão foi exatamente de encontro com a proposta do Feirão que estava acontecendo ao mesmo tempo “quando eu entrei nesse espaço eu achei impressionante. A diversidade de grupos, as mulheres agricultoras vendendo a sua própria produção. Chegar aqui e encontrar gente de diversos segmentos e compartilhar com as ONGs. Eu trago a minha pequena experiência, mas eu levo muito mais com a troca que foi possível aqui”.

Quer ver como foram as oficinas? Assista também a reportagem em vídeo.