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Hugo Simas e a defesa pela liberdade de expressão

Hugo

Por Bruno Codogno e Leonardo Bueno

O colégio Hugo Simas foi alvo de ataque em função da peça “Quando Quebra Queima”, apresentada para a comunidade escolar. Em apoio à direção do colégio e à organização do Festival Internacional de Londrina (FILO), o Comitê Geral Unificado organizou um ato como resposta a um vídeo publicado por uma espectadora. Na gravação, a mãe de um estudante repudiou a diversidade retratada e acusou a peça de doutrinação.

“Quando Quebra Queima” retrata experiências de estudantes que conduziram as ocupações nas escolas de São Paulo em 2016. Na ocasião, os estudantes resistiram às investidas do governo estadual de São Paulo. A política estadual previa o fechamento de até 100 colégios e remanejamento prejudicial de centenas de estudantes e servidores.

O ato em defesa do colégio Hugo Simas reuniu diversas forças políticas populares de Londrina. A manifestação pregou o respeito ao artigo 5° da Constituição da República Federativa do Brasil, que garante a liberdade de expressão de atividade intelectual, artística, científica e comunicativa.

Acompanhe como foi o ato na reportagem especial da Web TV AlmA Londrina.