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7° ECOH – Encontro de Contadores de Histórias de Londrina

27 de fevereiro - 10 de março

A sétima edição do Encontro de contadores de histórias de Londrina reúne ações culturais, sociais e educativas.

Além de apresentar ao público apresentações de narrativas orais em diversos espaços da cidade, transitando entre centro e periferia. Outro propósito do encontro é reunir contadores de histórias de vários locais do Brasil para a troca de experiências. O caráter formativo do festival é ressaltado por meio de oficinas para iniciantes e profissionais, artistas, fãs e educadores, que tem o interesse de conhecer ou se aperfeiçoar. Devido às vagas limitadas, apenas para participar das oficinas serão cobradas e demandarão inscrição prévia, fiquem ligados..

A simbologia

Segundo o dicionário de símbolos, o número 7 representa a totalidade, a perfeição, a consciência, a intuição, a espiritualidade e a vontade.

Impossível não pensar em todos os significados, caminhos trilhados, histórias contadas, afetos vividos… e o saldo é muito positivo! Ao longo destes anos vimos as narrações de histórias se multiplicarem, tanto no Brasil como em Londrina. Em ações culturais, sociais e/ou educativas. Somos parte ativa deste movimento maior de valorização da arte da narrativa, que ocorre no país, e temos orgulho dos muitos Encontros que proporcionamos e também dos que surgiram a partir do ECOH.

Nossa arte deste ano foi inspirada no Pavão Misterioso, cordel importante que inspirou músicas muito conhecidas. Nela, estão representadas diferentes fases de uma flor, as quais tomam a forma de seu leque. O logo do ECOH é seu estágio final. É uma metáfora para o crescimento – não apenas da história em si, que se altera e se transforma, mas também do próprio contador. Assim como as histórias, as flores têm capacidade de crescer e se propagar…

Também tivemos percalços. O momento político em que vive o país
nos afeta diretamente. Não à toa, estamos fazendo o 7º ECOH em 2018, quando o natural seria termos realizado em 2017. Mas seguimos na luta, que também é parte de nossa história.

O 7º ECOH é organizado pelo Instituto Cidadania. Tem o patrocínio do PROMIC, o programa municipal de incentivo a cultura. E o apoio do SESI, da CLAC, Ciranda, MARL, Gráfica Oyama, Casa da Vila, Vila Triolé Cultural e Usina Cultural.

Sejam bem-vindos!

Que o 7º ECOH seja a celebração de muitos afetos!

Programação completa:

Terça-feira, dia 27/02

Como ouvir os clássicos?
Grupo Mosaicos (Rio de Janeiro, RJ)
Inspirada pela pergunta, a apresentação faz um passeio pelo universo dos contos tradicionais por meio do diálogo criativo entre a música e a narrativa. Dos Irmãos Grimm, passando por Andersen, Esopo até Câmara Cascudo, o variado repertório desta sessão vem sempre acompanhado por músicas que variam entre o repertório clássico, o cancioneiro popular e as composições do grupo.
Mosaicos atua há quase 10 anos no cenário nacional, reunindo narradores, músicos e educadores. Recebeu o reconhecimento em diversos prêmios e editais.
Público Indicado: Livre.
SESI/AML | 15h e 19h30

Quarta-feira, dia 28/02

História de “Porquês”
Dinah Feldman / Culturas em Movimento (São Caetano do Sul, SP)
Sobre os “por quês” de um tempo perene. A criança que pergunta “por quê” e nem sempre o adulto sabe responder. Mas houve uma época em que as pessoas criavam sentidos para o que não tinha “saber”.

Formado em 2005 o grupo desenvolve projetos na área de criação, produção, pesquisa e circulação em teatro e arte narrativa. Experiência aprofundada durante viagem à África, berço das tradições orais, entre 2010 e 2011.
Público Indicado: Livre
SESI/AML | 15h e 19h30

Quinta-feira, 01/03

Contando histórias com objetos: da simplicidade ao mundo da imaginação
Oficina com Danilo Furlan – Cia Manipulando (Maringá, PR)
Abram as portas da imaginação. Exercícios divertidos e descontraídos trabalham pontos básicos na arte de contar: Respiração, intensão, entonação e sentimento. Para isso, será estimulada a animação com objetos simples, feitos com revistas e fita adesiva. O objetivo da oficina, que pode ser reproduzida em sala de aula, é despertar o contador de histórias que há em cada um dos participantes.

Pedagogo, bonequeiro, contador de histórias, escritor e diretor, Danilo Furlan atua desde 1997 e já participou de diversos encontros e festivais pelo Brasil.
Público: Profissionais do Projeto Palavras Andantes, que trabalham nas bibliotecas municipais de Londrina. Mas se quiser, apareça. Será bem-vindo!
Sesc Fernando de Noronha | 9h e 14h

Histórias contadas com as mãos
Mãos de fada (São Paulo, SP)
Logo na chegança, o público é convidado a observar suas mãos e a perceber as múltiplas possibilidades de seu uso. Dessa forma, o fantástico mundo dos contos de princesas é apresentado de forma bem diferente. Não perca, a narração das histórias será deliciosamente feita em Libras, a Língua Brasileira tão bonita de Sinais, e traduzidas para o Português propiciando infinitas possibilidades e vivências.

O grupo Mãos de Fadas é hoje composto por tradutoras e intérpretes de libras e português. Focado na inclusão e acessibilidade, está em atividade desde 2012 e já se apresentou em diversos festivais pelo Brasil.
Público Indicado: Livre.
SESI/AML | 15h

Puravida – Histórias de mulheres sábias
Cia Contacausos – Josiane Geroldi (Chapecó, SC)
Histórias para que possam lembrar o quão sábias, místicas, perspicazes, líricas e valentes foram as mulheres do passado. Lembrar o quão nós mesmas somos e para antecipar o quão as próximas serão. Para desatar os nós, tecer nossa existência simbólica e afetiva. O encontro delicado entre ouvinte e narrativa nos move. Um encontro com nossa PURAVIDA por histórias de mulheres sábias. Juntas, tecemos cordões imaginários que são bálsamos fortificantes para o caminho presente!

A cia ContaCausos pesquisa, registra e difunde a arte da narrativa oral por meio da produção e apresentação de espetáculos. Tem um trabalho premiado e reconhecido em importantes editais, encontros e festivais pelo Brasil.
Público Indicado: A partir de 10 anos.
SESI/AML | 19h30m

Sexta-feira, dia 02/03

Imagina só – Causos, canções e ponteados de viola
Josiane Geroldi e Paulo Freire
Sentados num terreiro de casa de roça, Dona Jô e Nhô Paulo desfiam um novelo de causos, um arremedando o outro. Contam do baile dos capetas graduados, do primeiro saci que despencou na terra, das roupas desventindo as gentes na casa de dona Bastiana, como a família do Chico Santos virou o bando de passarinho Tangará e mais… Entremeados por canções e ponteados de viola. Um convite para fechar os olhos e sentir o voo dos papagaios, desde as Veredas do Urucuia inté as barrancas do Rio Uruguai.

“Imagina Só” propõe o encontro de dois apaixonados pelo imaginário popular brasileiro. A contadora de histórias catarinense Josiane Geroldi e o violeiro paulista Paulo Freire.
Público Indicado: A partir de 7 anos.
SESI/AML | 15h e 19h30

Sábado, dia 03/03

Contando histórias em Libras
Oficina com Mãos de Fada (São Paulo, SP)
Nesta oficina os participantes vão aprender a narrar histórias em Libras, uma língua de modalidade visual. Para isso, será discutido o que é narrar histórias. A partir desse questionamento, os participantes poderão aprenderão como utilizar a gestualidade, a construção imagética de cenas narradas em Libras e a construção de personagens por meio do processo anafórico e da dramatização. Será abordada ainda a prosódia na Libras e a sintaxe espacial: o narrador.

O grupo Mãos de Fadas é composto por tradutoras e intérpretes de libras e português. Focado na inclusão e acessibilidade, está em atividade desde 2012 e já se apresentou em diversos festivais pelo Brasil.
Público: Surdos ou ouvintes, professores, psicólogos, contadores de histórias, educadores e demais interessados.
Carga horária: 6h
Vila Triolé Cultural | 9h às 12h e das 14 às 17h

Passando histórias da África
Cia Malas Portam (São Paulo, SP)
A “Mala Invisível” apresenta uma incrível bagagem de quatro lindas histórias sentidas ao som do instrumento africano djembê. O baú das histórias revela como elas se espalharam pelos quatro cantos do mundo. Em fábula de “Krokô e Galinhola” uma galinha d’angola muito astuta se livra de virar o almoço de um crocodilo. “A origem do tambor” explica como os tambores surgiram. Por último, um gato curioso chega para revelar quem é “O ser mais poderoso do mundo”.

A Cia. Malas Portam viaja pelo Brasil e outros países há 11 anos, recolhe histórias, guarda-as em suas malas e divide-as com quem encontra pelo caminho.
Público Indicado: Livre.
SESI/AML | 15h

Medo Pequeno
Paulo Freire (Campinas, SP)
Neste espetáculo infantil, o violeiro Paulo Freire trata dos medos que povoam o mundo das crianças. Assim, surgem assombrações, pescarias extraordinárias e embates com os seres de nossa mitologia, como o Mapinguari e a cobra Honorato. Os causos são entremeados por canções acumulativas, divertidos ritmos caipiras e maluquices de viola. A meninada é convidada a participar dando sugestões nas narrativas e cantando músicas da tradição oral brasileira.

Paulo Freire é premiado e reconhecido por onde passa como violeiro, escritor, contador de histórias e compositor.
Público Indicado: A partir de 6 anos.
SESI/AML | 19h30

Domingo, dia 04/03

Rua de Histórias e Brincadeiras
Rua Luis Moro Neto, ao lado do Colégio M. VIsta Bela | 15h – 18h

Cantoria
Oficina com Meire Valin (Londrina, PR)
Vamos saborear juntos as deliciosas frutas do pomar do nosso cancioneiro popular? Da urgente necessidade de trocas afetivas e práticas agregadoras entre as pessoas, surge o feliz e significativo reencontro entre adultos e crianças. Encontro que relembra cantigas de roda, que evoca histórias e brincadeiras através do encantamento do canto coletivo. A “Cantoria” é um trabalho aberto”, uma experiência que explora o potencial estético e expressivo da cultura brasileira.

Musicista e cantora há mais de 10 anos, com especial talento para a interação, Meire Valin busca a voz de todos, o canto coletivo que celebra a vida.
Público Indicado: livre
Rua Luis Moro Neto, ao lado do Colégio M. VIsta Bela | 16h

Passando histórias da África
Cia. Malas Portam (São Paulo, SP)
A “Mala Invisível” apresenta uma incrível bagagem de quatro lindas histórias sentidas ao som do instrumento africano djembê. O baú das histórias revela como elas se espalharam pelos quatro cantos do mundo. Em fábula de “Krokô e Galinhola” uma galinha d’angola muito astuta se livra de virar o almoço de um crocodilo. “A origem do tambor” explica como os tambores surgiram. Por último, um gato curioso chega para revelar quem é “O ser mais poderoso do undo”.

A Cia. Malas Portam viaja pelo Brasil e outros países há 9 anos, recolhe histórias, guarda-as em suas malas e divide-as com quem encontra pelo caminho.
Público Indicado: livre
Rua Luis Moro Neto, ao lado do Colégio M. VIsta Bela | 17h

Segunda, dia 05/03

Aguaceiro
Vanessa Nakadomari – Cia Boi Voador (Londrina, PR)
Histórias de mar, das profundezas dos mistérios de ser gente e sentir. Um príncipe ganha uma concha que guarda o desconhecido, sensações e caminhos. Duas irmãs dividem a responsabilidade de cuidar dos afogados que chegam, num rito cíclico, em uma ilha que emerge onde todos os oceanos se encontram. Inspiradas em contos de Marina Colasanti, as histórias trilham os emaranhados das paixões humanas.

A Cia Boi Voador iniciou seus trabalhos em 2012 e foca sua atuação nos estudos sobre as culturas populares com ênfase na matriz africana.
Público Indicado: A partir de 14 anos.
Escola M. Edmundo Odebrecht | 14H

DonAntônia
Núcleo Ás de Paus (Londrina, PR)
Antônia adora receber visitas. Entre uma conversa e outra, um pedaço de bolo e um café, revive um passado distante e torna velhos conflitos presentes. Quem aceita o doce convite da anciã vivencia as lembranças, as escolhas que formam a trama e significam esta jornada que chamamos de vida. Para a construção da dramaturgia, a companhia convidou a escritora paulista Yara Camillo. A direção musical é de Thunay Tartari, integrante do Ás de Paus, que concebeu canções originais para o espetáculo.

Criado em 2008, desenvolve a linguagem teatral por meio do trabalho coletivo. Com referências da cultura nacional, caracterizam a pesquisa do grupo o uso de pernas de pau, muletas e bastões em conjunto com cenário, musicalidade e figurino.
Público Indicado: Maiores de 11 anos.
Usina Cultural | 19h30

Terça, dia 06/03

A menina do brinco de ouro e outras histórias
Gilza Santos (Londrina, PR)
Uma mãe muito amável deu de presente a sua filha um par de brincos de ouro. Toda vez que a menina ia à fonte buscar água e tomar banho, tirava os brincos e colocava-os em cima de uma pedra. Um dia, porém, após tomar banho e encher a moringa, voltou para casa, esquecendo-se dos brincos! Mal sabia ela que esse pequeno deslize seria o início de toda uma história.

Gilza atua desde 2004 tendo participado de eventos no Brasil e exterior.
Público Indicado: Livre.
Colégio M. Prof.ª Rosangela de O. Romano | 9H E 10H

Malagueta Dorminhoca
Andrea Pimenta – CLAC (Londrina, PR)
A partir de brincadeiras que envolvem o universo das crianças pequenas, com elementos sensoriais e movimento, Malagueta Pimenta leva a magia do palhaço com muita sutileza para a vida poética dos pequenos. Acalentando um bebê, duas histórias criam uma atmosfera de encantamento para que os pequeninos se identifiquem e se divirtam. São elas: Medo do Escuro, de Antonio Carlos Pacheco, e Maria Vai Com as Outras, de Sylvia Orthof.

Estreando em 2009, compõe um trabalho de pesquisa que já realizou mais de 200 apresentações.
Público Indicado: Até 7 anos.
Colégio M. Antonieta Trindade | 10h

Risoflora, contando e cantando por todo o Brasil
Edna Aguiar (Londrina, PR)
Em troca de algumas moedas e atenção, entrega flores e conta estórias de seus amores. Uma homenagem a Mário de Andrade. Uma homenagem a essas doidas de rua que estão nas cidades buscando quem lhes escute. Dentro de sua loucura, Risoflora percorre a nação. Como se tivesse vivido na pele todas estas figuras da mitologia nacional, celebra desde romances ibéricos até cânticos negros e indígenas,. O espetáculo toma como base grandes clássicos de amor de diversos autores.

Atriz, cantora, diretora e professora de teatro, Edna Aguiar se inseriu no universo da contação de histórias durante sua participação na Cia Circo Branco sob a direção de Romero de Andrade de Lima. Entre outras coisas, carrega na bagagem experiências com o Grupo Boi Voador e o Teatro Oficina de São Paulo.
Público Indicado: A partir de 6 anos.
Escola M. Vilma Rodrigues Romero | 14h

Bom dia todas as cores
Gisa Oliveira (Londrina, PR)
Um camaleão muito simpático vive mudando de opinião, isto é, de cor. Se encontra o sabiá-laranjeira, logo ele fica dourado. Se encontra o louva-a-deus, não perde tempo, fica verde também. Dizem por aí que ele muda de cor como quem troca de roupa. Faz isso para agradar os outros. Mas será que ele consegue agradar a todos?

Gisa é professora e atua como contadora de histórias desde 2008. Participou de encontros e festivais no Brasil e no exterior.
Público Indicado: De 2 a 10 anos.
Colégio M. Professor Vanderlaine A. Rodrigues | 15h30

Quarta, dia 07/03

O Coronel e o Barbeiro
Cia. Os Palhaços de Rua (Londrina, PR)
Havia um coronel que gostava de mandar e desmandar. Um dia propôs o seguinte desafio ao único barbeiro da cidade: ele queria saber quantos fios de cabelo existiam em sua cabeça. Prometeu um terrível castigo caso a resposta fosse errada. O barbeiro propôs ao coronel que voltasse depois de um mês, já com o cabelo comprido. O dia chegou e, diante de uma multidão, eis que surge o barbeiro, claro, com a resposta na ponta da língua. Será que ele conseguirá acertar os fios de cabelo?

Criada em 2013, a Cia Os Palhaços de Rua percorreu diversos estados brasileiros e recebeu prêmios importantes do júri especializado.
Público Indicado: De 4 a 10 anos de idade.
Escola M. Do Assentamento Eli Vive | 10h45

Festa no céu
Exército Contra Nada – Rafael de Barros (São Paulo, SP)
Pense num sapo pé de serra que fica sabendo de uma festa lá no céu. Pois é! Está aí o grande problema: sapo não voa. Mas esse sufoco não vai impedir o nosso parceiro de tentar todos os meios para chegar na festança e mexer seu esqueleto de sapo. Mas não é só isso, porque um desafio como esses vem sempre repleto de surpresas.

Em atividade desde 2011, o grupo circulou por 8 países e plantou suas histórias musicadas em centenas de cidades.
Público Indicado: Livre.
Escola M. Mª Shirley Barnabé Lyra | 14h

A Abóbora Menina
Cia Kiwi de Jaqueta (Londrina, PR)
Um mergulho na delicada e poética história de uma abóbora que sente um imenso desejo de ter asas e voar aos céus junto com sua nova amiga, a borboleta. A aventura se passa no universo rústico do quintal de Mestre Crisolindo. Toma como base o conto homônimo da professora portuguesa Maria Teresa Lopes e interage com o público por meio de músicas e travessuras.

Criada em 2014 por atrizes formadas na UEL, focou sua atuação no público infantil, somam em suas apresentações os conhecimentos em teatro de animação de imagens e objetos, elementos da commedia dell’arte, arte da palhaçaria e performance.
Público Indicado: Livre.
Escola M. Odilon G. Nocetti | 16:30h


Quinta, dia 08/03

O homem e o gato – História para pequeninos
Andrea Pimenta e Daniella Fiorucci (Londrina, PR)
Cadê o homem? Cadê o gato? Cadê o toucinho que estava aqui? Não há quem não resista a uma boa história. E assim, adentrando o universo dos bebês e crianças pequenas, se estende um tapete de histórias e brincos (brincadeiras para crianças pequenas). Com referências do livro Uma vez um homem, uma vez um gato, de Irene Albuquerque, estimula o desenvolvimento e as percepções sensoriais. Ao aproximar os pequenos da cultura oral, fortalece o vínculo amoroso e a memória afetiva.

A partir de interesses comuns, Andrea Pimenta e Daniella Fioruci se uniram para transpor o contato afetivo das narrações de histórias para o universo dos bebês e crianças. Assim, vêm desde 2012 contando e encantando os mais novos.
Público Indicado: Até 5 anos.
Colégio M. Helena Ometto Torres | 9h30

A história de Antônio
Cia Carona Pra Contar (Londrina, PR)
Em uma cidade pequena e muito distante, morava Antônio com sua mãe e seus 12 irmãos. Antônio era diferente de todos do lugar, tinha uma tal de uma curiosidade que o levou a fazer algo nunca antes imaginado: Um relógio que o levava para onde ele quisesse no espaço-tempo. Para onde será que a curiosidade de Antônio o levou?

Tendo surgido em 2014, o grupo busca articular novos elementos a cada história ou tema diferente.
Público Indicado: Livre.
Escola M. Suely Idehira | 10h45

O coronel e o barbeiro
Cia. Os Palhaços de Rua (Londrina, PR)
Havia um coronel que gostava de mandar e desmandar. Um dia propôs o seguinte desafio ao único barbeiro da cidade: ele queria saber quantos fios de cabelo existiam em sua cabeça. Prometeu um terrível castigo caso a resposta fosse errada. O barbeiro propôs ao coronel que voltasse depois de um mês, já com o cabelo comprido. O dia chegou e, diante de uma multidão, eis que surge o barbeiro, claro, com a resposta na ponta da língua. Será que ele conseguirá acertar os fios de cabelo?

Criada em 2013, a Cia Os Palhaços de Rua percorreu diversos estados brasileiros e recebeu prêmios importantes do júri especializado.
Público Indicado: De 4 a 10 anos de idade.
Biblioteca Lupércio Luppi | 14h30

Sexta, dia 09/03

MUKASHI, ANTIGAMENTE, MUKASHI
Flávia Wolffowitz (Araçatuba, SP)
Uma oportunidade para reviver a arte milenar de contar histórias através do Kamishibai. Um teatro de papel essencialmente de rua que nasceu nos templos Budistas do Japão no século XII. Ao proporcionar o contato com essa singular técnica da narração oral, o espetáculo utiliza o Butai (pequeno teatro de madeira) e uma flâmula com dizeres em Kanji (os caracteres da língua japonesa). Dessa forma, desafia e oferece um olhar contemporâneo à narrativa que utiliza imagens em movimento.

Também conhecida como Obasan Kamishibai, a Tia do Teatro de Papel, Flávia é Arte Educadora e Contadora de Histórias desde 1995, tornando-se a primeira brasileira a participar da associação internacional de Kamishibai (IKAJA).
Público Indicado: Livre.
Biblioteca Vila Nova | 9h30
Biblioteca Infantil | 14h

Sábado, dia 10/03

O fio da história
Oficina com Flávia Wolffowitz (Araçatuba, SP)
O despertar de possibilidades interessantes tanto para quem conta e como para quem ouve. O fiar e o tecer dos contos nos traz imagens que alimentam a imaginação. Degustar, desbravar e reconsiderar o conto para depois reconstruí-lo através de cartões bordados. Uma experiência prazerosa que irá recriar o conto através do bordado. Fragmentação e esquematização. A transformação da escrita e da oralidade em bordado. Dando voz e movimento aos personagens, numa dinâmica criativa grupal e da memória.

Também conhecida como Obasan Kamishibai, a Tia do Teatro de Papel, é Arte Educadora e Contadora de Histórias desde 1995, tornando-se a primeira brasileira a participar da associação internacional de Kamishibai (IKAJA).
Público Indicado: Para quem quer começar a contar contos, para quem já conta, mas quer conhecer outras maneiras de fazê-lo.
Carga horária: 3h
Vila Triolé Cultural | 9h às 12h

Sapatos trocados
Grupo Makunaícontons (Santo André, SP)
Numa época em que todos os animais falavam e conviviam em harmonia, o Tatu era o animal mais rápido de todos e tinha como missão ser o mensageiro do reino animal. Para isso, ele ganhou de Tuminkery, o criador de todas as coisas, um par de sapatos mágicos. Em uma grande festa dada pelo Jabuti, o Tatu teve seus sapatos trocados. Onde foram parar os sapatos mágicos do Tatu? Quem os pegou? Com o Grupo Makunaícontos ninguém fica de fora. São músicas e brincadeiras para divertir, cantar e se emocionar.

O Grupo traz em seu repertório histórias tradicionais dos povos indígenas, permeadas de sonoridade e leveza musical, harmonizando cada conto com suas vozes e cores.
Público Indicado: Livre
Canto do MARL | 11h

Dois indígenas Kaingang contam suas histórias
Geni Grã To Ko Fidencio e João Maria Tapixi (Terra Indígena Apuracaninha)
Os dois contarão, em horários diferentes, histórias sobre a infância de cada um deles na aldeia. Como vivia a comunidade indígena há 30 ou 40 anos atrás. Histórias de seus avós, cantos indígenas e causos.

Indígenas Kaingang, Guardiões da memória de sua comunidade e conhecedores da cultura tradicional indígena.
Público Indicado: Livre.
Canto do MARL | 14h e 15h

Programa completo: http://infoecoh.wixsite.com/ecoh/carderno-completo

Inscrições para as oficinas: As oficinas do Ecoh tem custo de participação de R$25,00, recolhidos no início de cada oficina. E, por conta do limite de vagas, solicitamos que o público realize inscrição. As inscrições podem ser feitas pelo email: [email protected]

Detalhes

Início:
27 de fevereiro
Final:
10 de março
Evento Tags:
Website:
http://infoecoh.wixsite.com/ecoh